Timbu abre 2 a 0, leva um gol, mas segura vitória até o fim e leva o título para casa depois de 13 anos; Ortigoza e Jobson são os herois da conquista


 O grito, preso na garganta havia 14 anos, foi entoado a plenos pulmões na Arena de Pernambuco. Acabou o jejum. Acabou a zica. Acabou a seca. Diante do Central, em um estádio completamente lotado, o Náutico venceu por 2 a 1 e sagrou-se campeão estadual pela 22ª vez na história. A última conquista do Timbu havia sido em 2004. Ortigoza abriu o caminho da vitória no primeiro tempo e Jobson arrematou no segundo. Mas claro que ainda houve espaço para emoção. Um alvirrubro diria que nada pra o time vem fácil ou tranquilo. A Patativa renasceuo, marcou um gol, diminuiu a vantagem e buscou o empate até o final. Teve até bola na trave. Mas não conseguiu. O Timbu, defendido por 11 em campo e milhares na arquibanca, garantiu o título. Parecia estar escrito: 2018 é do Náutico. Comemora, torcedor alvirrubro, que Pernambuco é seu mais uma vez.

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